
Após oito horas a responder a responder às questões dos deputados da comissão de inquérito ao caso BPN, Vítor Constâncio disse à saída esperar que, neste processo, as «punições sejam exemplares»: «Haver punições exemplares contribui para dissuadir outro casos» de fraude, sublinhou, seguro de que esse caminho «será a melhor arma» para «evitar que outros dentro do sistema caiam em tentação».
E prémio para uma grandessíssima lata e moi ralé, vai para quem? Normalmente quem está à frente é que é responsável pelo bom andamento e prestação da coisa, aqui não o é porquê? Alguém me explica estas idiossincrasias lusas?